26/02/2008

Cada vez mais


No meio das nossas conversas surge sempre algo que toca e hoje sussuravas-me ao ouvido "Amo-te", como em tantas vezes que o fazes e, sabe sempre bem viver esses momentos, faz-me sentir viva. Haverá algo melhor que isso?! Disseste-me que gostavas cada vez mais de mim e eu de ti. Porguntaste em tom de brincadeira porquê e disse que depois te responderia. Está aqui como prometido... Entraste na minha vida e depressa ficaste presente, até que te tornaste no meu melhor amigo. Já lá vai pouco mais de um ano e as nossas vidas tomaram um rumo inesperado. São inúmeras as razões que te tornaram especial; A começar porque és DIFERENTE e eu gosto desta personalidade que te distingue do resto do mundo. Gostava de ser capaz de te explicar o quanto especial és e a cada gesto mostrar-te-ia algo que me faz gostar cada vez mais de ti. São os pormenores mais "insignificantes" que moldam o meu coração com o teu nome. Porque tudo em ti se converte em felicidade para mim. Tu és o que abraça e não me deixa fugir, que me escuta e respeita mais que ninguém. És somente tu quem me faz realmente feliz! Teria de parar a cada minuto para te explicar que cada pedrinha do nosso grande mundo é só mais um passo que me faz amar-te cada vez mais.

25/02/2008

Tempo


Odeio dias assim. Só me dá vontade de ficar em casa e passar uma tarde a ver filmes ou debaixo do edredon. É por estas e por outras que o apetite de estudar voa...

Um dia...

Gostava de ser capaz de te explicar que a idade é algo secundário, explicar-te que sei o que quero para mim, que a minha vida não é uma farça. Desculpa por não te olhar da forma que gostarias, sei que escondo páginas da minha vida, guardo partes importantes para mim e não te cedo a chave. Talvez seja culpa minha, talvez tua. Não aprendi a lidar e quem nasce torto tarde ou nunca se indireita. Sou reservada, fui-o sendo não por uma questão de confiança, não se trata de sentimentos, esses não se põem em causa, mas sim de personalidade, por aquilo que és. E sempre te olhei como pessoa incompreensíva, aquela que reprime. Quero acreditar que lá no fundo não és assim, mas já não consigo. Acho que é tarde demais para recuperar o tempo perdido, agora sim, sei que não me compreenderias mesmo, porque a minha vida nunca deixou de ser vivida, com os seus momentos todos que lhe foram dando emoção, episódios felizes outros menos bons. Interrogo-me se fui eu que te fiz perder pedaços de mim ou se foste tu que assim o foste construindo. Queria que tudo passasse rápido, fosse capaz de saltar uns anos mais á frente, assim não passaria por tudo isto. Creio que te olharei sempre como uma mulher retrógada. Será que não foste capaz de perceber ou fui eu que não me fiz entender? Acho que era mais fácil se fosses como o pai! Mas em parte sei que não o queria assim. Tornar-me-ia talvez num ser diferente e eu até gosto de ser assim, tive de aprender a gostar! Gostava de te explicar que os tempos mudam e as pessoas mudam consigo... E dizer-te também que não assim tão má pessoa, que no fundo escondo algo de bom. Eu sei que é difícil sermos capazes de alargar um pouco mais o nosso campo de visão e torná-la mais perisférica em relação ao mundo acompanhando a sua evolução. A mim também me custa, sabes! Gostava de te explicar que as coisas nem sempre são como as vês, mas prefiro deixar-te falar e calo-me mais uma vez, guardo as palavras para mim. Não quero confusões, não te quero ouvir falar daquilo que desconheces e por isso deixo passar mais uma vez, porque te sentes bem quando falas da boca para fora e porque eu prefiro que continues a viver no teu inoportuno desconhecido a abrir-te a minha vida assim do nada, sei que não entenderias. De que valeria dizer-te que EU AMO? Certamente mais umas quantas palavras proferidas inconscientemente. Assim é mais fácil, tu vives aí e eu aqui. Sei que as culpas dizem respeito a ambas as partes. Odeio quando tem de ser tudo feito á tua maneira! Acho que já tenho idade para tomar as minhas próprias decisões. A vida nem sempre é aquilo que desenhamos. E por isso, o meu destino, sou eu a traçá-lo. Eu sou o elemento principal na minha vida, tu és o que vem a seguir. Também eu tenho sonhos, tenho as minhas angústias e as minhas alegrias. Achas que não choro por baixo dos lençois? Também não foi assim que desejei... E a vida há-de dar muitas voltas e virar-me as costas muitas vezes, eu sei disso! E aí agarrar-me-ei ás minhas esperanças, talvez me agarre também á fé, a essa que eu acho não ter. Conheço mais da vida do que aquilo que pensas, pois sou eu que a vivo e um dia a criança a quem se mudam as fraldas dá um salto e cresce. Custa-me aceitar que me olhes sempre como uma menina. Preciso de carinho como aquando os meus cinco anos, mas á medida que o tempo passa essas necessidades continuam presentes, no entanto, com a necessidade de se manifestarem de outras formas. É um desbodrado que vamos inventando. E no que toca ao amor, gostava de ser capaz de te dizer que o encontrei, falar-te e encarares as minhas palavras sem me olhares com a ironia dos quarenta e sete anos. Não é somente uma "coisa" da idade, dessas que vão e voltam, não! Esta é para ficar. Por isso é que não me importo, por saber que daqui a uns anos, talvez algum vizinho te diga que aquele que abraço é o mesmo de uns anos atrás. Sentimentos não se explicam, vivem-se. E eu vivo, e viverei. Um dia o rumo será diferente e talvez nessa altura nos sentêmos numa cadeira e tenhámos a conversa que nunca tivemos. Nesse dia, serei capaz de te explicar tudo aquilo que me fez crescer e que foi fazendo de mim uma "menina" feliz. Um dia...

24/02/2008

Desafio

Estava pela blogosfera e vi um desafio interessante, o qual tenho muito gosto em passar também á Katynha.
O desafio é dizer 6 coisas sem importância sobre nós:

1- Durmo sempre com o telemóvel na mesinha de cabeceira.
2- Chego a casa, pego num casaco "velho" e calço os chinelos.
3- Não consigo dormir de barriga para cima.
4- Não saio de casa sem primeiro me olhar em todos os espelhos que passe.
5- Gosto de lamber o recipiente no fim de fazer um bolo.
6- Tenho o vício de por baton várias vezes ao dia.

22/02/2008

Um dia, outro dia

-Sabe bem sentir a tua pele.
E num abraço apenas desejo-te só para mim, tornar aquele abraço eterno, o sentimento que nos une.
E hoje foi mais um dia, igual, porém, diferente a todos os outros, porque cada momento é único. Gosto de te ter a meu lado e dos momentos que dão vida ao nosso amor.
Hoje sei que há correntes impossíveis de serem quebradas!

21/02/2008

Eles andam aí...


E desta vez o eleito é ... Hugo Reis!
Tal como prometido aqui está, para que não voltem a duvidar da minha palavra :D

Vales pelo que és (L)
Gosto de ti mais que nunca.

20/02/2008

Inesperado

Não estava á espera que viesses... Peço em segredo que não veja a tua cara. Não me sinto preparada. Não sei bem o que senti quando me falaram o teu nome, sei que fui invadida por uma onda estranhamente confusa de sentimentos, sem saber que pensar. É estranho como o passado volta sempre a nós! Fizeste-me apenas pensar...


a parte que ocupas agora na vida de quem tanto te



( Coisas inacabadas... Coisas que tocam. Não consigo, não ganho forças para escrever mais.)

(Início da aula de Filosofia)

Desafio

Aceitei o desafio do blog da Katynha em escolher doze palavras a sério e cá estou eu...

Puccanina
Porque uma verdadeira amizade não se explica, apenas se sente.

Caramelo
Por ter descoberto o lado doce da vida.

Pai
Pelo tanto que representa na minha vida.

Abraço
Vale mais que mil palavras. Gosto de me sentir assim, protegida.

Algarve
Por tudo o que lá vivi.

Inglês
Quem me dera dominá-lo !

Sonho
Porque ele comanda a vida.

Fotografia
Palavras para quê?!

Sol
Só por não gostar de chuva.

Vida
Sem ela não existia.

Computador
Futilidade essencial nos dias de hoje.

Eu
Se eu não gostar de mim quem gostará?!
Aprendi que só podemos pedir o amor dos outros se aprendermos a gostar de nós próprios.

Passo o desafio ao resto dos visitantes do meu blog.

16/02/2008

A minha dor

Estou quase a chorar de dor, por isso, decido escrever, mais um post, talvez alivie. Estou farta desta dor que me deita abaixo. Preciso de oxigénio, falta-me ar; Vejo-me obrigada a inspirar e expirar profundamente para que o possa fazer. Dói-me tanto! Preciso da minha almofada, agarrar-me a ela (já que não te tenho a ti). Não há-de ser nada, eu sei...